O investimento em segurança condominial no Brasil nunca foi tão necessário. Os empreendimentos, principalmente os de alto padrão, estão sendo cada vez mais visados por ações criminosas. Por isso, atualmente, a concepção de projetos de segurança em empreendimentos imobiliários não envolve apenas câmeras e portarias. Um planejamento completo é idealizado em conjunto com o edifício e envolve a previsibilidade de riscos.

Para falar sobre o assunto, a equipe da Execute conversou com Gustavo Caleffi, sócio-fundador e diretor da Squadra. A empresa, que é referência nacional em gestão de riscos, é responsável pela criação do projeto de segurança do LIV., empreendimento que apresentará um novo conceito de viver em Porto Alegre. Em sua trajetória, Caleffi já planejou e implantou sistemas e protocolos de redução de riscos em grandes empresas, eventos internacionais, condomínios e projetos de construção civil. 

Por ter um processo complexo, o planejamento de segurança de um empreendimento imobiliário já inicia antes mesmo da aquisição do terreno. Nessa parte, é feita a análise de risco da região e também o suporte ao projeto arquitetônico. “Primeiramente, compreendemos qual será o público e qual a concepção de rotina diária do empreendimento. Com esse mapeamento, começamos a identificar quais são as necessidades que o prédio apresenta para que possamos garantir a melhor estrutura física de segurança, explica Caleffi. 

Aspectos como o posicionamento das guaritas, os acessos ao edifício, os equipamentos e toda a inteligência dos protocolos são delineados na primeira etapa do processo. Depois, define-se junto aos arquitetos, engenheiros e empreendedores o projeto estratégico de segurança que será implantado. No LIV., Caleffi conta que “foi possível tratar todas as entradas de forma ideal para garantir o controle dos acessos, algo que é muito difícil em empreendimentos imobiliários”. Isso foi possível porque as características do local e do seu entorno foram consideradas, assim como a vizinhança e os elementos físicos do terreno, afinal, tudo impacta na entrega e no funcionamento do empreendimento futuramente. 

Por esses motivos, os frequentadores do LIV. estarão recebendo segurança efetivamente, pois a estrutura considera, inclusive, o erro humano e possui sistemas de retaguarda para não vulnerabilizar o empreendimento”, conta Caleffi. O consultor indica que a implantação de eclusas de acesso (portões duplos), equipamentos tecnológicos próprios para o sistema de vigilância e a energização reserva dos aparelhos em caso de queda de luz garantem a operação 24 horas por dia, 7 dias por semana. 

Nós, da Execute, consideramos que a segurança é um investimento primordial nos empreendimentos imobiliários e sabemos que o planejamento deve ser feito desde o projeto arquitetônico para que as ações tragam resultados efetivos. Já conhece o nosso portfólio? Visite o nosso site e descubra um novo universo de experiências em Porto Alegre!